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...adaptar.

Ler. Sentir. Cuidar.

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My lips

Captura de ecrã 2016-04-27, às 17.07.32.png

Durante a maior parte de todo o tempo em que fui (e sou) makeup junkie, o produto que menos me fascinava era o batom. Inicialmente divertia-me com as sombras e com o “lápis preto” depois só queria saber de produtos para fazer uma pele bonita e nunca mas mesmo nunca quis saber dos lábios. Dizia mesmo “Batom não. Um gloss ou batom hidratante e já está!”

Algures na minha cabeça e na minha concepção acerca de quem deveria usar um batom estava sempre a ideia de pessoas mais velhas do que eu, tipo mães, avós e tias-avós com mais de 50 anos. Enfim, cada qual constrói o seu esquema e às tantas não sabe bem como ou porquê o construiu.

O que é facto e que recentemente, por acaso, deixei-me cair nas teias do mundo dos batons e lá fiquei. Talvez porque efetivamente estou mais velha... e assim não estou a defraudar por completo a minha crença (ihihih!)

 

Batom para cá, batom para lá, batom “em conta”, batom mais carote... Parei e disse: “WOW! Quero um batom que seja o MEU batom!”  Aquele que vai dar com tudo, aquele que não é apagado mas também não diz “Cheguei!”. E como é o MEU batom, faço questão, por razões manientas pessoais que seja de perfumaria.

 

Momento quase eterno de pesquisa, de Google, de blogues, de reviews, de Youtube, enfim... Vocês entendem! E nada de ficar fascinada. Mas achava, que tinha a certeza (se é que esta frase sequer faz sentido!) que seria da Yves Saint Laurent uma vez que quase todos os batons preferidos que li e ouvi eram desta marca.

 

Decidi investigar para o terreno e fui diretamente à perfumaria. Parecia uma maluca com testers de várias marcas e lenços de papel saltando de bancada em bancada.

(Nota de higiene: muito cuidado a testar batons. Em primeiro lugar passava o batom nas costas da mão, se não me interessava já nem olhava mais para ele, caso me chamasse muito a atenção, passava umas quantas vezes na mão e no lenço e depois aplicava).

 

Procurava aquela cor que fosse a cor dos meus lábios mas com um Up! Um batom intermédio entre a intensidade de cor de uma fórmula mate mas que fosse cremoso e com um ligeiro brilho.

Curiosamente, os da Yves Saint Laurent foram os que menos me fascinaram. Por fim fiquei indecisa entre alguns batons da Lâncome e da Chanel e acabei por me render ao Mademoiselle (434) da Chanel.

 

O menino dos meus olhos.